Rio de Janeiro ganha complexo

cultural do Consulado Geral da Fança

Uma contribuição da França ao projeto de revitalização do Centro do Rio de Janeiro. É assim que o cônsul geral da França na cidade, Brice Roquefeuil, define o complexo cultural A Maison. Localizado no 11º andar da Casa Europa – sede do consulado –, o espaço abre as portas no próximo dia 24 de fevereiro e conta com biblioteca multimídia, café e bar.
“Batizamos de A Maison porque queremos que seja um ambiente de encontro, de descoberta e também de estudo. Uma segunda casa para os visitantes. Nossa ambição é conquistar um lugar no circuito cultural do centro histórico e contribuir para a revitalização deste bairro, com uma programação franco-brasileira intensa e muito variada,” explica o cônsul.
O projeto, assinado pela arquiteta Julia Abreu, diretora da Peckson Engenharia, transformou a antiga biblioteca do 11º andar em um amplo ambiente com 780 metros quadrados, com grandes painéis de vidro que possibilitam aos visitantes uma deslumbrante vista para a Baía de Guanabara. “O objetivo era valorizar a beleza do Rio de Janeiro e contribuir para que os amantes da cultura francesa pudessem aliar uma boa leitura ao melhor da culinária da França”, explica a arquiteta.
A reforma, que durou mais de um ano, tem como objetivo atrair não só universitários, mas todos os interessados pela cultura francesa. A BiblioMaison conta com mais de vinte mil exemplares de livros físicos e digitais (e-books), revistas, jornais, CDs e DVDs.
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Júlia Abreu tinha um enorme desafio: criar um ambiente acolhedor e moderno. Para isso, contou com a parceria de empresas de origem francesa como a Tok&Stok – referência em móveis e decoração no Brasil –, e a Fermob, que comercializa móveis para áreas externas na França.
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Os tons de cinza e preto da decoração ganharam mais personalidade com o castanho das cadeiras Charles Eams e das poltronas Egg verde-limão.
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Para dar amplitude e integrar os ambientes, demoliu o antigo hall de entrada, eliminou paredes e investiu em placas de sinalização. “As paredes só entraram onde era absolutamente necessário, como nas salas de estudo e de reunião”, explica a arquiteta.

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Fotos: MCA Estúdio

 

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